Iorrana Ribeiro | Nosso trabalho não é Zen
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Nosso trabalho não é Zen

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Nosso trabalho não é Zen

A desinformação é grande e bastante comum. De maneira equivocada, acontece muito ouvirmos alguém dizer: “Estou indo para a aula de Yôga para ficar mais zen”. Ou, amigos também comumente dizem, “Fulano está se dedicando tanto ao Yôga que logo irá alcançar o nirvana”. “Fulana anda muito zen, está fazendo Yôga”.

Pois bem, precisamos enfatizar que termos como zen, ou nirvana, pertencem a outra linha filosófica, chamada Budismo, com origem também na Índia, praticada por muitas pessoas no oriente e no ocidente, mas que não possui relação direta com o Yôga. É possível que esta confusão de culturas tenha sido gerada pela mídia ou pela especulação de pessoas que acham que tudo é a mesma coisa. Dentro da tradição cultural do Hinduísmo, estas duas filosofias têm diferentes pontos de vista e uma é até mesmo considerada heresia da outra.

Além do mais, há o perigo da generalização que muitas vezes gera preconceito quando estas filosofias são associadas a um estilo alternativoide ou natureba, que não corresponde a nossa cultura. Como o Professor DeRose diz: “Todos nós lamentamos a desinformatite quando lemos uma matéria jornalística e encontramos alguma referência discriminatória que nos classifica aleatoriamente como “zen” sem que tenhamos dado motivo algum para essa generalização.”

A regra é básica: devemos sempre ter o cuidado com tudo o que lemos na mídia. Mas da próxima vez que você ouvir, ou ler, já sabe. Zen e nirvana fazem parte de outra filosofia e constitui-se “gafe cultural” o emprego destes termos quando o assunto é Yôga.